Cachorro Guerrero para doação

Macho

|

Pequeno

|

6 ou mais anos

Raça

Pinscher

Localização

São Paulo - SP

Sexo

Macho

Código

32019

Caso solucionado
Cachorro raça Pinscher idade 6 ou mais anos nome Guerrero

História do Cachorro Guerrero

“Respeitar os animais é um dever de todos. Amá-los é um privilégio de poucos.” É por isso que estou doando um cachorrinho... Ofereço a quem quiser a chance de fazer uma nova amizade... Uma grande amizade! Porque não há amizade maior do que a do cachorro pelo homem. Não é à toa que existe aquele ditado que diz que “o cachorro é o melhor amigo do homem”.

Talvez não seja exatamente da idade que você queira, mas este cachorrinho tem o mesmo coração de cachorro que todos os outros têm: cheio de amor e carinho para dar e receber S2. É um Pintcher ou Chiuaua, não sei ao certo. É todo preto e não é tão novo, mas é castrado e pelo menos até agora tem dado sinais de ser um cachorrinho manso. Quando eu o resgatei da rua ele pesava 2, 850 kg. Atualmente, ele pesa cerca de 3,300 kg.

Eu o resgatei dum atropelamento, no dia 6 de janeiro (de 2015), quando ele estava entre a guia e a calçada da rua da feira de domingo do Jardim Robru... Ele estava com a cabeça molhada de sangue que escorria pelo focinho e pingava, e cheio de escoriações pelas pernas, sem conseguir se locomover nem ficar de pé. Estava fritando no meio fio debaixo do sol, entre a guia e a rua, agonizando de dor, até que eu passei de bicicleta e parei, o pus debaixo da sombra na calçada e comecei a cuidar dele. Naquele momento, parecia que ele me pedia ajuda em português, como quem dissesse ou pedisse “Socorro” que eu não pude negar. Ali começava uma amizade...

Vendo o estado do cachorrinho – e se espelhando na solidariedade deste seu novo amigo que sou eu –, algumas pessoas se sensibilizaram e começaram a ajudar. Então, duas delas trouxeram remédios e uma delas a quantia de R$ 50,00 para ajudar no tratamento. No dia seguinte, uma amiga vizinha contribuiu com mais R$ 50,00 e estava feita uma vaquinha para comprar remédios e pagar alguém que o levasse de carro no Hospital Veterinário Gratuito que fica entre a estação Carão e Tatuapé. Lá já o levei lá uma vez, no dia 9 de janeiro e, desde então, o bichinho começou a reagir, ficando de pé, com muito esforço.

Também com muito esforço ficamos de pé (minha namorada, eu e um vizinho), ora sentando no chão das calçadas do Hospital Veterinário, ora levantando, enfim, aguardando desde as 7 da manhã às 6 da noite para sermos atendidos e para sermos levados de volta para casa com a carona de um amigo.

Não está sendo nada fácil, pois desde que resgatei o cachorrinho venho enfrentando as críticas e os olhares de reprovação dos meus pais, mas, isso não tem mudado em nada a minha preocupação e os meus cuidados com o cachorrinho.

Meus pais não querem mais um cachorro dentro de casa, pois, para eles já basta um, senão eu já o teria adotado. Estou tratando ele na calçada de minha casa, pois é o que posso lhe oferecer no momento.

Outra vizinha também já contribuiu com mais uma ajuda de custo de R$ 50,00 para que eu pudesse leva-lo novamente ao veterinário ou mesmo para comprar mantimentos ou remédios para ele. E amanhã (14 de janeiro) o levaremos mais uma vez ao Hospital Veterinário Público após finalmente conseguirmos, com a boa vontade de um amigo, uma nova carona para levá-lo.

E na tentativa de que o adotem, assim que ele estiver curado, faço meu apelo para que alguma alma caridosa e responsável possa querê-lo e adotá-lo como amigo. Faça uma caridade e mostre que o amor a um cãozinho não depende da raça, idade ou condição dele. O bichinho, eu e muitas outras pessoas que amam os animais ficaríamos muito agradecidos!

Ainda não demos um nome a ele, e apesar de eu tê-lo chamado de “Leco” (passando a ele meu apelido), e depois ter passado pela minha cabeça sugestões óbvias de nomes como “Neguinho” ou “Pretinho”, duas pessoas já sugeriram “Guerreiro” e a maioria têm aprovado a ideia. É claro que ele tem um nome que não sabemos, pois, ou ele escapou de sua antiga casa ou foi abandonado, mas, o fato é que “Guerreiro” lhe cai muito bem para o seu novo “batismo” nominal por essa sua história de superação. Sem falar que “Guerreiro” ou “Guerrero” seria uma bela homenagem para este seu novo amigo corintiano que sou eu.

Aliás, mais que homenagem ou incentivos, eu ficaria muito feliz se alguém fizesse valer o lema corintiano “#Eu nunca vou te abandonar” e fosse tão Fiel quanto ele (cachorrinho) poderá ser para quem adotá-lo. E é claro que, clubismos à parte, não importa se seu novo dono for algum palmeirense, são-paulino ou santista; o que mais importa é que esse seu novo dono não o jogue para escanteio.

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