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A SPPA é contrária à eutanásia de animais sadios pelas autoridades públicas (CCZs). Lutamos pela esterilização e a vacinação como métodos de controle populacional e sanitário de animais domésticos. Sacrificar não elimina o problema e pune a vítima. A fonte do abandono vai continuar dando crias indesejadas até que seja castrada. O abandono, os maus-tratos e abusos derivam dessa superpopulação.

Lutamos contra o uso de animais em entretenimento: circos, rodeios, rinhas, farra do boi, touradas, caça, tração etc.. Além do uso de animais em vestuário (peles) e como cobaias em testes e experimentos científicos dolorosos, abusivos e desnecessários.

Os resultados de nossas propostas, como a castração, não são imediatos e muitas vezes de difícil mensuração. É difícil quantificar quanto tempo castrando fará efeito na superpopulação de animais, mas sabemos que é sem dúvida a melhor arma.

Muitos perguntam se a SPPA tem abrigo. A resposta é não, embora muitos da diretoria e voluntários tenham abrigo. E por que não? Por que abrigo é o sinônimo de abandono e compaixão, abandono pela sociedade que não os quer mais e compaixão por aqueles que os acolhem e lutam para que sobrevivam de alguma forma mais digna do que a primeira que tiveram. Acreditamos que abrigo não é solução para o problema e nem vida digna para os animais abandonados. A superpopulação em abrigos causa doenças que são transmitidas em massa e são difíceis de serem controladas e administradas, pois a resistência do animal fica baixa, sujeitando-o a todo o tipo de viroses, que são impossíveis de serem combatidas por causa da grande quantidade de animais e do altíssimo custo que isto requer. Disputas e brigas por espaço e comida são constantes, e os mais fracos inevitavelmente morrem por não conseguirem sobreviver a esta concorrência. Fora isso encontraríamos muitas dificuldades financeiras que impediriam nosso objetivo principal: acabar com o abandono e controlar a superpopulação.

A entidade sobrevive de doações de sócios, que doam a partir de 10 reais mensais, cofrinhos, vendas de camisetas e presentes, doações espontâneas e organizações entre amigos. A maior parte do dinheiro arrecadado vai para as castrações de animais de rua e de quem não tem condições, mas também temos muitas despesas operacionais como: contabilidade; material para campanhas; faixas; estandartes; confecção de materiais para conscientização; realização de eventos etc.
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